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Sobre o imperalismo cultural em Pierre Bourdieu - Introdução II (parte 2/5)

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Introdução II (parte 2/5)

 

Os tópicos deste imperialismo são apresentados e desenvolvidos em complexos comunicativos de fomento e apoio, também sendo utilizada infraestrutura física e tecnológica exclusiva. Seu destino são as universidades, centros acadêmicos e culturais, bibliotecas, institutos de pesquisa, publicações, editoras, livrarias, encontros acadêmicos etc. 

 

Quanto à estrutura discursiva, esses referidos tópicos aparecem como pressupostos para debate, noções, “jogo de definições preliminares e deduções” (31), inferências, teses e etc., “com os quais se argumenta, mas sobre os quais ninguém discute, ou, dito de outra forma, esses pressupostos de discussão não são discutidos” (32), ou seja,  “pela aparência de necessidade lógica” (33) como esses tópicos são apresentados, permanecem no discurso como consenso implícito, algo que não é digno de ser questionado sem algum tipo de ação censurável (interdição do debate), por essa razão os preceitos do referido tópico induzem o reconhecimento de que estão baseados em “uma espécie de axiomatização capaz de produzir a ilusão de uma gênese pura” (34), como consequência, seu conteúdo adquire o estamento de “uma aparente universalização ampliada por um trabalho de “teorização”” (35). Quanto ao conteúdo em si, podem tratar de situação sócioeconômica, gênero, etnia, raça, casta, religião, idioma, isolamento geográfico, instabilidade política ou deficiência física etc., por um lado, fazem um discurso sobre o desfecho obrigatório das evoluções nacionais, nesse sentido quando são baseadas em preceitos com carga de resignação, por outro lado, lembram a "febre" pelos Estados Unidos que, há meio século, o Plano Marshall tinha suscitado em uma Europa devastada, quando são celebradas com um entusiasmo subserviente (36).



Seguem algumas construções no interior dos preceitos desse imperialismo cultural que servem de “ilustração exemplar do efeito de falso corte e de falsa universalização que produz a passagem para a ordem do discurso com pretensões filosóficas (37): A) definições forjadas visando estabelecer uma legítima paisagem de ruptura com os particularismos, nesse sentido consegue fazer com que as reflexões históricas, sociais, antropológicas que envolvem e constituem um assunto abordado sejam escamoteadas para um segundo plano periférico do pensamento de um pensador que está situado e datado dentro da própria história, no exemplo do filósofo Rawls e o caráter dogmático ideal de sua argumentação sobre a prioridade das liberdades de base, esse ideal latente não é outro senão o do próprio autor, um professor universitário estadunidense que tem uma visão ideal da democracia de seu país de origem e pretende imputar tais preceitos para outras partes do mundo; B) pressupostos antropológicos, injustificados dentro da disciplina antropológica, tomados do repertório da teoria econômica neomarginalista dos neoliberais e reivindicados com toda a autoridade social científica; C) enredo contendo dedução rigorosa de conceitos que permite encadear formalmente conseqüências infalsificáveis, sem propor, em nenhum momento, a possibilidade de menor refutação empírica de suas premissas, no exemplo do discurso argumentativo que Van Dijk propõe: “as leis antitrust ameaçam a livre iniciativa; as ações do governo são formas de assédio onde o setor privado é vítima; os agentes públicos invejam os homens de negócios com sucesso; os agentes públicos são sedentos de poder; o mundo dos negócios tem gênios criativos; os impérios dos negócios custam a erguer; direitos são relacionados à indivíduos e liberdade. A ênfase nos direitos tem várias outras funções, tais como a de associar o leitor ao escritor, e sua posição relacionado a algo de bom e de legítimo, e preparar assim a avaliação negativa do governo quando alegadamente viola estes direitos”;  (D) o estabelecimento de oposições e equivalências, que se sustentam e contrapõem, para descrever as transformações contemporâneas das sociedades avançadas, categorias com recortes alternativos rituais, e irrisórios, entre, por exemplo: o Mercado tem liberdade enquanto que o Estado tem Coerção; o mercado é aberto enquanto que o Estado é fechado; o mercado é flexível enquanto que o estado é rígido, o mercado é dinâmico e móvel enquanto que o estado é estático e imóvel; o mercado é o futuro enquanto que o estado é o passado; o mercado é a inovação enquanto que o estado é o arcaico; o mercado é crescimento enquanto que o estado é ultrapassado; o mercado é liberdade individual enquanto que o estado e coletivismo autoritário; o mercado é autêntico enquanto que o estado é artificial, o mercado é democrático enquanto que o estado é uniforme, autocrático e totalitário. Segundo Van Dijk, “Para além de realizar mais a polarização entre governo e negócios, os significados locais do texto criam assim outra polarização no mundo dos negócios entre competidores invejosos e criadores brilhantes. De notar também que a escolha lexical e as metáforas acentuam ainda mais estas polarizações: invejosos, sedentos de poder (erguido com muito custo), controlo, reguladores, desmembramento e outras escolhas formam os conceitos negativos associados com 'eles', o governo (e algumas pessoas dos negócios), enquanto que nós e aqueles que protegemos são associados com sucesso, gênios criativos e por negação (litotes) com 'crime' e 'tirano'. Mais uma vez, estas palavras não só contribuem para a polarização global da estrutura conceptual do texto, como também para a formação de um modelo de acontecimento tendencioso, polarizado, onde os actores são claramente diferenciados entre bons e maus.” (E) estabelecimento de um extraordinário jargão, língua franca internacional, contendo expressões com um entendimento que tende a reduzir todas as nuances, particularidades e os particularismos associados às tradições filosóficas e políticas nacionais, sem levá-las em consideração de forma bem reflexiva e elaborada. Em todos os países avançados, patrões, altos funcionários internacionais, intelectuais de projeção nas media e jornalistas do top, estabelecem acordos nessa estranha novilíngua cujo vocabulário, aparentemente sem origem, circula por todas as bocas: “globalização”, “flexibilidade”, “governabilidade” e “empregabilidade”, “underclass” e “exclusão”, “nova economia” e “tolerância zero”, “comunitarismo”, “multiculturalismo” e os seus primos “pós-modernos”, “etnicidade”, “minoridade”, “identidade”, “fragmentação”, etc. Nesse sentido Bourdieu assevera que alguém, em um texto, pode escrever liberty entre parênteses após a palavra liberdade em um texto, ao mesmo tempo em que aceita, sem espanto, determinados barbarismos conceituais, como a oposição entre o "procedural" e o "substancial"; (F) ausência vocábulos decisivamente revogados sob o pretexto de obsolescência ou de uma presumível falta de pertinência, descritos agora como arcaísmos e obstáculos à nova ordem nascente, tais como classe, exploração, dominação, desigualdade, discriminação, interesses,  reprodução, instituições, estrutura social e "ordem social.

 

No circuito dinâmico internacional em que trafegam suas atestações, é o local onde foi estabelecida as bases com que seus imperativos são obrigatórios para servir de “pressuposto por consenso” ou “modelo para todas as outras e como padrão de todas as coisas”, enquanto unidade de medida evidente de todos os outros tópicos. 

 

A legitimidade da “persuasão intelectual” (42) desse circuito internacional, em grande parte, ocorre porque seus enredos sempre são partes integrantes de pautas de vários complexos de eventos comunicativos como campanhas de informação, exposições, apresentações artísticas, propagandas, concertos, congressos culturais, “conferências acadêmicas à Livros de sucesso, de jornais semi-eruditos a avaliações de especialistas, de relatório de comissões governamentais á capas de revistas” (43). Esses trabalhos são sustentados, intermediados e transmitidos por locais reconhecidos “como supostamente neutros” (44), imparciais, tais como “as organizações internacionais (tais como a OCED ou a Comissão Européia) e centros políticos públicos” (45) de estudos e assessoria para políticas públicas, bancos de ideias think tanks do pensamento conservador (tais como “a Brooklin Institution em Washington, o Instituto Adam Smith Institute em Londres, o Manhattan Institute, em Nova York, e a Fundação Saint-Simon em Paris” (46), a Deutsche Bank Fundation, em Frankfurt), as fundações de filantropia, as escolas do poder (SciencePolitique, em França, a London School of Economics, na Inglaterra, a Harvard Kennedy School of Government, nos Estados Unidos, etc.) e os grandes meios de comunicação. Todos atuando no acesso, controle, apoio e transmissão de tais dados, são recebidos por todas as sociedades simultaneamente, razão pela qual exercem o efeito de divulgações infatigáveis “que a repetição incessante na mídia transforma gradualmente em senso comum universal” (47) dessa língua geral, sem fronteiras, perfeita para gerar a ilusão de ultramodernismo aos editorialistas apressados e especialistas ciosos da importação exportação cultural (48). 

 

Seu desenvolvimento é descrito por Bourdieu da seguinte maneira: “Primeiramente o especialista que prepara, na sombra dos bastidores ministeriais ou patronais ou no segredo dos think tanks (bancos de ideias), documentos de um forte cunho técnico, e tanto quanto possível construídos em linguagem econômica e matemática. De seguida, o conselheiro em comunicação do príncipe, retira se do mundo universitário agora ao serviço dos dominantes, cujo serviço é dar forma acadêmica aos projetos políticos da nova nobreza de Estado e da empresa” (49). Ainda segundo essa noção: “um dos melhores indicadores para localizar as obras que comungam desta nova doxa intelectual com pretensões planetárias é a velocidade, absolutamente incomum, com que são traduzidos e publicados no exterior (especialmente, em comparação com as obras científicas) (50). Bourdieu descreve o fato como uma Mcdonaldização do pensamento (51). Nesse sentido surge a importância de que o pesquisador analise a fundo as fontes de quem produz e quem distribui o conteúdo.

 

Da análise do “ecumenismo cultural” (52) ou do “fatalismo economista” (53) dos discursos de especialistas da mídia, essa constatação é verificada por Bourdieu, “em todos seus pressupostos e implicações”, da “noção fortemente polissêmica de "globalização"”, que, dentro desse conjunto, realiza o efeito de submersão - chamada assim porque Bourdieu discorda do uso do termo função -, envolvendo os efeitos econômicos do imperialismo, se fazendo reconhecido enquanto uma relação de força neutra transnacional de pulsão natural da história, portanto inevitável (54). Nesse sentido arremata: “A análise empírica da evolução das economias avançadas de longa duração sugere no entanto que a “globalização” não é uma nova fase do capitalismo, mas antes uma “retórica” invocada pelos governos para justificar a sua submissão voluntária aos mercados financeiros.” (55)

 

Da análise da Grã Bretanha, foi possível para Bourdieu perceber a “encarnação por excelência do estratagema da razão imperialista” (56). Estabelecida “por razões históricas, culturais e linguísticas em posição reconhecida como intermediária, neutra, entre os Estados Unidos e a Europa continental”, será a Grã Bretanha que recebe há muito tempo de forma constante e efetiva as fundações conservadoras, intelectuais mercenários, e  “fornece ao mundo esse cavalo de Tróia de duas cabeças - uma política, social, econômica, recentemente penal e a outra intelectual - na pessoa dual de Anthony Blair (propondo reduzir ajuda pública  para “libertar” os pobres do “jugo” da assistência, como fez Clinton para seus primos estadunidenses no verão de 1996) (57) e Anthony Giddens, “teórico” autoproclamado da “terceira via”, quando afirmam, textualmente, que: “adoto uma atitude positiva em relação à globalização”; “tento [sic] reagir às novas formas de desigualdades”, advertindo logo, porém, que “os pobres de hoje não são semelhantes aos de ontem, (...) assim como os ricos não se parecem mais com aqueles que no passado o foram”; “aceito a ideia de que os sistemas de proteção social existentes, e a estrutura do conjunto do Estado, são a fonte dos problemas, e não apenas a solução para resolvê-los”; “enfatizo o fato de que as políticas econômicas e sociais se encontram relacionadas”, para afirmar ainda que “as despesas sociais devem ser avaliadas ao nível das suas consequências para a economia no seu conjunto”; E, finalmente, “preocupo-me com os mecanismos de exclusão” que descobre “na base da sociedade, mas também no topo [sic]”, convencido de que “redefinir a desigualdade em relação à exclusão nesses dois níveis” é “conforme a uma concepção dinâmica da desigualdade”. (58)

 

Para além desses produtos culturais difundidos por essa vulgata - tais como teorias  “aparentemente sistemáticas (como o "fim da história" ou sua prima, a fábula da "globalização") e visões de mundo filosóficas (ou que se apresentam como tal, como o "pós-modernismo") facilmente identificadas” (59) - Bourdieu chama atenção para os mais insidiosos como sendo determinados conceitos talhados isolados dentro de uma forja técnica, como por exemplo a ideia de "flexibilité” ou “flexibilidade", ou sua versão britânica a "empregabilidade". (60) Os referidos conceitos silenciosamente condensam, presumem e veladamente veiculam uma reivindicada “filosofia de organização individual e social” com sua equivalente “celebração moralizadora da “responsabilidade individual”” (61). Por essas razões tais conceitos “adaptam-se bem a funcionar como verdadeiras senhas e lemas políticos” (62) e atestações de comando, como nesse caso do exemplo, no sentido de pressionar a sociedade para se rearranjar na condição de “redução e difamação do Estado, redução da proteção social e a aceitação da difusão do trabalho assalariado precário como um destino, ou melhor, uma benção” (63), bem como no “hipercrescimento correlativo do Estado penal, o esmagamento do movimento sindical e a ditadura da concepção de empresa fundada apenas no “valor-acionário”, assim como nas suas consequências sociológicas: a generalização dos salários precários e da insegurança social, transformada em motor privilegiado da atividade econômica” (64) e também na “desregulação dos fluxos financeiros e desorganização do mercado de trabalho” (65). Nesse raciocínio o efeito de “desindustrialização, o crescimento das desigualdades e a contradição das políticas sociais, longe de serem a consequência fatal do crescimento das trocas externas, como habitualmente se diz, resultam de decisões de política interna que refletem a mudança das relações de classe a favor dos proprietários do capital”. (66)

 

Analisando o movimento na história, Bourdieu afirma que, desde o final da década de 1970 até os dias atuais, o imperialismo cultural obtém êxito no reconhecimento de seus preceitos, graças ao trabalho dos think tanks conservadores e de seus aliados nos campos político e jornalístico, na ação que operou uma “reviravolta simbólica” (67) de fundamentações em todas sociedades. 

 

Dentro desses mecanismos, vários outros temas conexos originariamente publicados em Paris são remetidos para os Estados Unidos, abertamente ou sob disfarce, e geram o efeito de favorecer o circuito de legitimidade de que gozam os produtos da pesquisa estadunidense, acompanhando a influência desse espaço social em reviver certas questões. (68) Um exemplo concreto dessa tendência, Bourdieu propõe na reflexão do termo "politicamente correto", no interior da vulgata do imperialismo cultural, em que descreve seu típico uso para obter uma espécie de despolitização à "principielle" dos problemas sociais e políticos: “como instrumento de reprovação e repressão contra todo impulso de subversão, principalmente feminista ou homossexual, ou o pânico moral em torno da “guetoização” dos bairros ditos “imigrantes”, ou ainda o moralismo que se insinua por toda parte através de uma visão ética da política, da família etc.” Com a referida conotação, a reflexão em torno do tema permanece “desembaraçados de qualquer referência a toda espécie de dominação ou, enfim, a oposição que se tornou canônica, nos setores do campo intelectual mais próximos do jornalismo cultural, entre o “modernismo” e o “pós-modernismo” que, baseada em uma releitura eclética, sincrética e, na maioria das vezes, desistoricizada e bastante imprecisa de um pequeno número de autores franceses e alemães, está em vias de se impor, em sua forma americana, aos próprios europeus. (69)

 

Esse debate e as "teorias" que ele opõe - as quais seria inútil definir uma posição política - conseguem, segundo Bourdieu, uma parte de seu sucesso entre os filósofos, principalmente conservadores (e, em especial, católicos), ao fato de que tendem a reduzir a política à moral (70) ou a um tipo específico de corrupção dos bens públicos. Na Alemanha, Bourdieu afirma que a Antropologia filosófica, durante muito tempo, serviu de anteparo em toda situação em que a filosofia (alemã) podia afirmar sua dominação ou um obstáculo a qualquer análise científica do mundo social, posteriormente todo esse campo de reflexão perde seu espaço de reconhecimento para esse “imenso discurso sabiamente neutralizado e politicamente desrealizado” que o imperialismo cultural suscita. (71)

 

O imperialismo estadunidense, impondo ao resto do mundo categorias de percepção iguais (homólogas) às suas estruturas sociais, segundo Bourdieu, geram o efeito de reformatar o mundo à sua imagem, no sentido da colonização mental e operada através da difusão desses verdadeiros-falsos conceitos. Essas ações apenas podem conduzir a uma situação parecida com um “Consenso de Washington” generalizado, e espontâneo, como foi verificado em matéria de economia, de filantropia ou alguma obra que se propõe ao de ensino de. (72)


Segundo Bourdieu esse discurso tem um duplo fundamento: o primeiro em que suas crenças imitam um caráter técnico e racional da ciência; o segundo é uma busca de que suas próprias noções possam sobrepor-se ao “fantasma social” daqueles outros conceitos que propõem pensar os objetos do mundo partindo da existência de dominantes-dominados nas sociedades, substituindo-os para alcançar uma aparência da razão (especialmente econômica e político). Esses referidos fundamentos permitem ao discurso desse imperialismo ser portador do poder de concretizar realidades que pretende descrever, realizando no mundo material a profecia que ele mesmo anuncia,  ou seja, portando o efeito de princípio da profecia auto-realizadora, presente nos espíritos daqueles que tomam decisões políticas ou econômicas e de seus públicos. Dentro dessa perspectiva também serve de instrumento de construção de políticas públicas e privadas, ao mesmo tempo que é instrumento de avaliação dessas políticas. (73)

 

 Notas de rodapé:


32 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 210

 

33 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 209

 

34 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 210

 

35 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 210

 

36 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 212

 

36  BOURDIEU, P. e Wacquant, L. Sobre as Artimanhas da Razão Imperialista. Revista Estudos Afro-Asiáticos. 1ª Revisão: 20.05.2002. 2ª Revisão: 24.06.2002. Cliente: Beth Cobra – Produção: Textos & Formas, 2002, p. 17

 

37 ibidem., p. 18

 

38 VAN DIJK, T. A. Discurso, notícia e ideologia. Porto: Campo de Letras, 2005, p. 44


39 ibidem.

 

40 ibidem.

 

40 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. o imperialismo da razão neoliberal. Revista Sociologia em Rede, vol. 3, num. 3, 2013, p. 82


41 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 211

 

42 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 209

 

43 ibidem, p. 210

 

44 ibidem.

 

45 ibidem.

 

46 ibidem.

 

47 ibidem.

 

48 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. o imperialismo da razão neoliberal. Revista Sociologia em Rede, vol. 3, num. 3, 2013, p. 83

 

49 ibidem., p. 87

 

50 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 210

 

51 Sobre esse tema são citadas as seguintes obras: a jeremiada elitista de A. Bloom (1987), traduzida imediatamente para o francês, pela editora Julliard, com o título L'Âme Désarmée (1987) e o panfleto enraivecido do imigrante indiano neoconservador (e biógrafo de Reagan), membro do Manhattan Institute, D. DiSouza (1991), traduzido para o francês com o título L'Éducation contre les Libertés. Para uma visão nativa de conjunto dos sucessos e fracassos dos professores universitários americanos, atualmente, ver o recente número de Daedalus consagrado a "The American Academic Profession" (1997), principalmente B. Clark, "Small Worlds, Different Worlds: The Uniqueness and Troubles of American Academic Professions" (pp. 21-42), e P. Altbach, "An International Academic Crisis? The American Professoriate in Comparative Perpspective" (pp. 315-338). WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira.


52 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. Sobre as Artimanhas da Razão Imperialista. Revista Estudos Afro-Asiáticos. 1ª Revisão: 20.05.2002. 2ª Revisão: 24.06.2002. Cliente: Beth Cobra – Produção: Textos & Formas, 2002, p. 17

 

54 ibidem.

 

54 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. o imperialismo da razão neoliberal. Revista Sociologia em Rede, vol. 3, num. 3, 2013, p. 86

 

55 ibidem.

 

56 ibidem, p.87

 

57 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 229

 

58 Estes trechos foram retirados do catálogo de definições escolares de suas teorias e opiniões políticas que Anthony Giddens propôs ao programa “FAQs (Frequently Asked Questions)”, no seu site na Internet. ibidem.

 

60  WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 211

 

61  ibidem, p. 211

 

62 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. o imperialismo da razão neoliberal. Revista Sociologia em Rede, vol. 3, num. 3, 2013, p. 86

 

63 Wacquant Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 212


64 ibidem, p. 212

 

65 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. o imperialismo da razão neoliberal. Revista Sociologia em Rede, vol. 3, num. 3, 2013, p. 84

 

 66 ibidem, p. 86

 

67 Em relação à “globalização” como “projeto norte-americano” visando a impor o conceito de “valoracionário” da empresa, ler, de Neil Fligstein, “Rhétorique et realités de la “mondialisation”, Actes de la recherche en sciences sociales, Paris, nº 119, setembro de 1997, p. 36-47.

 

68 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. Sobre as Artimanhas da Razão Imperialista. Revista Estudos Afro-Asiáticos. 1ª Revisão: 20.05.2002. 2ª Revisão: 24.06.2002. Cliente: Beth Cobra – Produção: Textos & Formas, 2002, p. 17


69 ibidem.

 

70 WACQUANT, Loïc, and Paulo Cezar Castanheira. O mistério Do ministério: Pierre Bourdieu e a política democrática. Revan, 2005, p. 216

71 ibidem.

 

72 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. Sobre as Artimanhas da Razão Imperialista. Revista Estudos Afro-Asiáticos. 1ª Revisão: 20.05.2002. 2ª Revisão: 24.06.2002. Cliente: Beth Cobra – Produção: Textos & Formas, 2002,, p. 19

 

73 BOURDIEU, P. e Wacquant, L. o imperialismo da razão neoliberal. Revista Sociologia em Rede, vol. 3, num. 3, 2013, p. 86

 

 74 ibidem., p.86

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